Maria Feijó de Souza Neves, conhecida também pelos pseudônimos de Marijó, Moreninha Bamba, Geisha, Gladys, Senhora e Suzete nasceu em 27 de novembro de 1918, na cidade de Alagoinhas. Filha de José Feijó de Souza e Júlia Feijó de Souza, sua família integrava a alta sociedade local, possuindo muitos parentes influentes na sociedade estadual. Mas, com toda a posição na sociedade, isso não impediu que a autora sofresse discriminação, chegando a ser persona non grata na pequena Alagoinhas, pois se comportava diferentemente das outras mulheres da cidade. Segundo a esposa do Senhor Milton Costa, Senhora Rita Campos, "Maria Feijó não era da época dela, ela já vivia hoje". A cidade na época de sua juventude, era pequena e marcada pelo coronelismo e patriarcalismo, e seu grupo social chocou-se com sua maneira de pensar, agir e representar, em versos e prosa, a realidade que a cercava.
A escritora formou-se no Magistério pela Escola Normal de Alagoinhas, na gestão de Alcindo de Camargo, exercendo a profissão nas cidades de Senhor do Bomfim, Santo Amaro da Purificação, Aramari e Alagoinhas. Começa daí, sua defesa em prol do setor educacional. E esta foi uma área que lhe possibilitou certa influência sobre a juventude da época, momento em que as mocinhas desta cidade saíam apenas para a igreja e quermesses em companhia dos pais e mães. Desde então já era impulsionadora de movimentos e manifestações culturais, dirigindo, em 1932, a partir do n. 12 de Alarma, jornal que era, até então, restrito ao mundo masculino e que se voltava para rondar as noites alagoinhenses, criticando homens e mulheres com piadas desqualificadoras.
A escritora formou-se no Magistério pela Escola Normal de Alagoinhas, na gestão de Alcindo de Camargo, exercendo a profissão nas cidades de Senhor do Bomfim, Santo Amaro da Purificação, Aramari e Alagoinhas. Começa daí, sua defesa em prol do setor educacional. E esta foi uma área que lhe possibilitou certa influência sobre a juventude da época, momento em que as mocinhas desta cidade saíam apenas para a igreja e quermesses em companhia dos pais e mães. Desde então já era impulsionadora de movimentos e manifestações culturais, dirigindo, em 1932, a partir do n. 12 de Alarma, jornal que era, até então, restrito ao mundo masculino e que se voltava para rondar as noites alagoinhenses, criticando homens e mulheres com piadas desqualificadoras.
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